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O ano de 2021 representou um ponto de inflexão no ecossistema empreendedor nacional, em particular sob a perspectiva de capital de risco (venture capital) investido no crescimento das startups.


De acordo com dados do Inside Venture Capital Report, divulgados pela Distrito, as startups brasileiras passaram a marca dos US$ 8 bilhões aportados em 614 negociações, considerando o período de janeiro a outubro ? um crescimento de 119% em relação ao volume de capital levantado durante todo o ano de 2020 (US$ 3,6 bilhões).


Segundo a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap), o montante de recursos direcionados em nove meses para startups brasileiras (entre elas as fintechs), por fundos e investidores de venture capital, atingiu um recorde até setembro deste ano de R$ 33,5 bilhões, o que supera em três vezes o valor aportado no mesmo período do ano passado.


Ainda conforme a pesquisa da associação, no terceiro trimestre de 2021, fundos de venture capital investiram em 85 empresas, ante 66 em igual intervalo do ano passado. Foram destinados para esses negócios R$ 11,1 bilhões, montante 109% maior do que o registrado no mesmo período de 2020.


Não apenas rounds institucionais (seed e series A, B e em diante) cresceram em volume e quantidade: o número de redes de anjo, de deals fechados e volume de capital investido também tiveram saltos significativos. O painel 2021 da Rede de Investidores Anjo Brasil projeta investimento de R$ 80 milhões para o balanço geral do ano, 76% a mais do que o contabilizado em 2020, que foi de R$ 45,2 milhões. Somente no primeiro semestre de 2021, o valor atingiu R$ 39,9 milhões, quase o total do ano passado.


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