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Os números são impressionantes. O montante de recursos direcionados em nove meses para empresas nascentes no Brasil, as startups (entre elas as fintechs) , por fundos e investidores de venture capital atingiu um recorde até setembro deste ano de R$ 33,5 bilhões, o que supera em três vezes o aportado no mesmo período do ano passado. Os números são da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap) em parceria com a KPMG.


A queda nos papéis de empresas como Stone e PagSeguro, negociados na Bolsa americana Nasdaq, que acumulam perdas de 72% e 39%, respectivamente, nos últimos seis meses, faz com que analistas pensem em uma ?bolha? das fintechs, prestes a explodir.


?Eu não entendo que haja uma bolha. O ponto pacífico é que as fintechs se definiram como um nicho de investimento. Várias das startups começaram a se estruturar como grandes empresas, a exemplo do Nubank, e há muitos recursos disponíveis para venture capital?, analisa Fábio Póvoa, sócio e investidor líder do Smart Money Ventures e co-fundador da Movile/iFood.


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