As primeiras semanas de 2022 colocaram rugas de preocupação na testa do investidor que buscou, ao longo do último ano, ações de empresas listadas nos Estados Unidos para compensar as perdas de um mercado doméstico perturbado pelas crises política e fiscal.
Agora, com as ações americanas passando pelo pior período desde o início da pandemia, gestores recomendam ajustes nas carteiras. Isso não significa, porém, desistir da estratégia de diversificação por meio de aplicações no exterior. Empresas sólidas e de crescimento moderado passam a ser mais recomendadas.
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